Gestão / Administração

Dissertações de Mestrado

 

Tipo de gestão de resultados nas empresas portuguesas cotadas e seus determinantes

 

Autor: Ana Raquel dos Santos Rodrigues
Orientador:
Ana Isabel Morais

 

Mestrado em Gestão

ISCTE - IUL
 

 

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Tipo de gestão de resultados nas empresas portuguesas cotadas e seus determinantes

Resumo

A maior atenção dada por todos os utilizadores ao tipo de gestão de resultados das empresas, bem como a introdução das práticas de Governo das Sociedades, tem sido bastante debatido nos últimos tempos. Esta dissertação tem como objectivo estudar qual o tipo de gestão de resultados, eficiente ou oportunista, praticados pelas empresas cotadas portuguesas, e quais os seus determinantes. Usando o Modelo de Regressão Linear Múltiplo, concluiu-se que no período compreendido entre 2002 a 2007, as empresas listadas na Euronext Lisboa analisadas, a nível geral, seguiam uma gestão de resultados oportunista. As empresas de maior dimensão, as que incluem um departamento de auditoria interna (uma das recomendações das práticas de Governo das Sociedades) e as que recorrem às Big Four para auditarem os seus resultados, tendem a apresentar uma maior rentabilidade futura, estabelecendo uma relação positiva entre os cash flows operacionais, o resultado nondiscretionary e a variação de resultados. Neste estudo, não se encontrou qualquer evidência entre estrutura organizativa, empresas familiares ou não familiares, presença de investidores institucionais e independência dos administrativos na comissão executiva com a rentabilidade futura e o tipo de gestão de resultados.

 

Palavras chave: Gestão de resultados eficiente, Gestão de resultados oportunista, Governo das sociedades, Rentabilidade futura, Efficient earnings management, Opportunistic earnings management, Corporate governance, Future profitability

 

Índice

Sumário Executivo

1 Introdução 

2 Revisão da Literatura 

2.1 Gestão de Resultados 

2.1.1 Conceito de gestão de resultados eficiente e oportunista 

2.2 Práticas de Governo das Sociedades 

2.2.1 Comissão de Auditoria Interna 
2.2.2 Auditoria Externa 
2.2.3 Independência do Conselho de administração 
2.2.4 Estrutura Institucional 
2.2.5 Estrutura Organizativa 
2.2.6 Dimensão da organização 

3 Estudo Empírico 

3.1 Objectivo 
3.2 Hipóteses 
3.3 Amostra 
3.4 Metodologia 

3.4.1 Descrição das variáveis 

3.5 Resultados 

3.5.1 Pressupostos do Modelo de Regressão Linear 

3.5.2 Estatística Descritiva 
3.5.3 Correlação 
3.5.4 Regressão Linear 

4 Conclusões 

4.1 Limitações 
4.2 Recomendações 

5 Referências Bibliográficas 

6 Anexos 

7 Índice de Anexos

 

 

Trabalho completo