Psicologia

Dissertações de Mestrado

 

Metamodelo integrativo de complementaridade paradigmática
Semelhança ou complementaridade nas características psicológicas da díade terapêutica

 

Autor: Cláudia Catarina Almeida Mota Martins Dias
Orientador: António José dos Santos Branco Vasco

 

Mestrado em Psicologia

Secção de Psicologia Clínica e da Saúde
Núcleo de Psicoterapia Cognitiva, Comportamental e Integrativa

Universidade de Lisboa
 

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Metamodelo integrativo de complementaridade paradigmática

Resumo

Uma vez que da análise dos contributos de diferentes variáveis parece poder se concluir que as principais determinantes do sucesso terapêutico são as características do paciente e os factores comuns a todas as orientações teóricas, pondo a tónica na qualidade da aliança terapêutica e nas características do psicoterapeuta (Vasco, 2005), no presente estudo procuraram-se interrelações entre a aliança terapêutica em diferentes fases da terapia com pacientes com elevados níveis de perturbação (que pontuam no domínio esquemático Distanciamento e Rejeição), na interacção com terapeutas avaliados quanto ao estilo de vinculação (segura vs insegura). Partiu-se do pressuposto que semelhanças ou complementaridade nas características psicológicas do paciente e do terapeuta dificultam ou impedem o estabelecimento, desenvolvimento e reparação da aliança terapêutica e se associam com resultados terapêuticos pobres. Escolheu-se como referencial teórico o Modelo de Complementaridade Paradigmática,que postula uma sequência temporal de sete fases, relativas à promoção dos objectivos estratégicos que são baseados em factores comuns (Vasco, 2001). O desenho escolhido será de natureza não experimental, tipo quantitativo e longitudinal. Espera-se obter resultados que confirmem que, apesar de elevados níveis de perturbação, pacientes com esquemas no domínio Distanciamento e Rejeição conseguirão estabelecer relações terapêuticas (alianças positivas) com terapeutas com padrões de vinculação mais seguros (quanto mais seguro o terapeuta for), beneficiando da terapia. Porém, semelhanças ou complementaridade nas características psicológicas do paciente e do terapeuta dificultariam ou impediriam o estabelecimento, desenvolvimento e reparação da aliança terapêutica, associando-se a resultados terapêuticos mais pobres. Na conclusão são exploradas algumas implicações para a prática psicoterapêutica.

 

Palavras chave: Psicologia clínica, Alianças, Complementaridade paradigmática, Teses de mestrado

 

Índice

INTRODUÇÃO

REVISÃO DA LITERATURA

INVESTIGAÇÃO EM PSICOTERAPIA, INTEGRAÇÃO E MODELO DE

COMPLEMENTARIDADE PARADIGMÁTICA

RELAÇÃO TERAPÊUTICA E ALIANÇA

PERSONALIDADE E TERAPIA FOCADA NOS ESQUEMAS

TEORIA DA VINCULAÇÃO, VINCULAÇÃO ADULTA E INTERACÇÃO

TERAPÊUTICA

HIPÓTESES

MÉTODO

PARTICIPANTES

INSTRUMENTOS

PROCEDIMENTOS

DISCUSSÃO

CONCLUSÃO

REFERÊNCIAS

 

 

Trabalho completo